terça-feira, 1 de julho de 2014

A Culpa é das Estrelas - John Green


Então gente, ontem, eu fui finalmente assistir ao filme “A culpa é das estrelas” baseada na obra do autor John Green. Eu, ou melhor dizendo, nós adoramos a adaptação. Sim, por que fui com duas amigas. Entre as gargalhadas e as lágrimas que a história proporciona, fiquei impressionada com o cuidado que a produção teve para trazer o mais próximo do livro.

 É claro que um livro não cabe em duas horas de filme. Mas não deixou a dever. A história de Augustus Waters e Hazel Grace já tinha ganhado o público jovem há algum tempo. Agora se concretizou nas grandes telas.

A história da adolescente de dezoito anos que luta contra o câncer desde os treze. E embora sua doença tenha regredido, sendo considerada um milagre para a medicina, o capítulo final de sua história foi escrita quando se deu o diagnóstico. Mas ao começar frequentar um grupo de apoio para crianças com câncer, ela conhece Augustus Waters, o Gus. Juntos eles vivem seus pequenos infinitos enfrentando os conflitos da adolescência e do primeiro amor.

( Cenas do filma - Google)
A história com um ar de romantismo pode até ser chamativa. Afina, falou-se de câncer e amor, avalia-se que no final tudo acaba em uma grande poça de lágrimas. Mas o que mais me chamou atenção nessa obra foi a forma leve que o autor retrata a vida desses jovens. Sem deixar passar nem um de seus dramas, traz uma mensagem, quem sabe um pedido de vida; Seja como Hazel que teme em fazer as pessoas sofrer se comparando a uma dinamite, ou como Gus, que teme em ser esquecido.

Mesmo com um tempo tão curto e com tanta dificuldade os personagens se permitem viver e a conviver com os limites imposto pela doença. E quando juntam todo o bom humor de Augustos com a inteligência de Hazel, os dois se tornam uma dupla perfeita.

Esse filme é daqueles que podemos assistir mil vezes sem nos cansarmos. A trilha sonora é excelente, as cenas são lindas, os atores casaram bem no papel e as partes mais importantes foram apresentadas. Tudo de uma forma natural. Sem aquele apelo de culpa e melancolia. Apaixonante. Se você não viu o filme, corre. Não seja tolo, leia também o livro. “Uma história dolorosamente bela” – School Library Journal.
(Capa do livro e o autor Jonh Green-Google )

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