Então gente, ontem, eu fui
finalmente assistir ao filme “A culpa é das estrelas” baseada na obra do autor
John Green. Eu, ou melhor dizendo, nós adoramos a adaptação. Sim, por que fui
com duas amigas. Entre as gargalhadas e as lágrimas que a história proporciona,
fiquei impressionada com o cuidado que a produção teve para trazer o mais
próximo do livro.
É claro que um livro não cabe em duas horas de
filme. Mas não deixou a dever. A história de Augustus Waters e Hazel Grace já
tinha ganhado o público jovem há algum tempo. Agora se concretizou nas grandes
telas.
A história da adolescente de
dezoito anos que luta contra o câncer desde os treze. E embora sua doença tenha
regredido, sendo considerada um milagre para a medicina, o capítulo final de
sua história foi escrita quando se deu o diagnóstico. Mas ao começar frequentar
um grupo de apoio para crianças com câncer, ela conhece Augustus Waters, o Gus.
Juntos eles vivem seus pequenos infinitos enfrentando os conflitos da
adolescência e do primeiro amor.
( Cenas do filma - Google)
A história com um ar de
romantismo pode até ser chamativa. Afina, falou-se de câncer e amor, avalia-se
que no final tudo acaba em uma grande poça de lágrimas. Mas o que mais me
chamou atenção nessa obra foi a forma leve que o autor retrata a vida desses
jovens. Sem deixar passar nem um de seus dramas, traz uma mensagem, quem sabe
um pedido de vida; Seja como Hazel que teme em fazer as pessoas sofrer se
comparando a uma dinamite, ou como Gus, que teme em ser esquecido.
Mesmo com um tempo tão curto e
com tanta dificuldade os personagens se permitem viver e a conviver com os
limites imposto pela doença. E quando juntam todo o bom humor de Augustos com a
inteligência de Hazel, os dois se tornam uma dupla perfeita.
Esse filme é daqueles que podemos
assistir mil vezes sem nos cansarmos. A trilha sonora é excelente, as cenas são
lindas, os atores casaram bem no papel e as partes mais importantes foram
apresentadas. Tudo de uma forma natural. Sem aquele apelo de culpa e
melancolia. Apaixonante. Se você não viu o filme, corre. Não seja tolo, leia
também o livro. “Uma história dolorosamente bela” – School Library Journal.
(Capa do livro e o autor Jonh Green-Google )


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