segunda-feira, 20 de abril de 2015

Para que tá feio!

Eu não sou a mulher mais evoluída do mundo. Muito menos a mais sábia. Entretanto, sei a hora que devo "sair de cena". Não adianta fazer birra, ou manha. Fim do show! As cortinas fecharam. Sai do palco. Nesses espetáculo você não é mais a protagonista. Aprende! Melhor ainda: Aceita. Acabou o relacionamento, mas, só por curiosidade, tem como manter a sua dignidade e amor próprio? Em tempos de mulheres independentes, será que você ainda não aprendeu que não da pra correr atrás de quem não te quer? Não vai adiantar explodir. Gritar e xingar de nada vai adiantar. A tática mais plausível é se amar. Colocar você mesma em primeiro lugar.  
 
Mas aonde fica o seu orgulho? Não dá para engolir o que esse cafajeste te fez, né? Ele não deveria ter feito isso com você. Um absurdo. Logo você que tinha sido sempre tão compreensiva com a situação dele. Nunca cobrou nada. Nem sequer forçou para assumir um relacionamento mais  sério. Por quê? Ele não tinha esse direito. Ele não tem!  
 
Mas caso lhe mostre meio sorriso e algumas doces palavras você certamente irá voltar. Mesmo que para suas amigas tenha que contar outra versão. Mesmo que tenha que omitir o seu sentimento. Por que você não é qualquer uma. É uma mulher madura, forte, autossuficiente. Você, para os outros, se basta. Mas e no seu intimo? As outras pessoas até compraram as suas mentiras. E você? Você acha que sabe o que é maturidade, e acredita nas suas próprias mentiras. É difícil entender a sua lógica. 
 
 Acabou por criar inimigas, ameaças e esqueceu de cuidar de si. Entende o que eu estou tentando falar? O tempo todo foi os outros. Para os outros: O que vão pensar? O que vão dizer? Como vão olhar? Os outros! Opiniões que não mudam em nada. Você que aprendeu a viver de migalhas. Não use mais desculpas para as suas frustrações. Assume seus fantasmas. Aprende a ser sua prioridade.  
 
Não sou eu quem te incomoda, não é  a outra. Não vai ser ninguém além de você mesma. Acorda!  
 
 

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Deixe que me beije!



Não me esqueço um dia sequer do seu beijo. Da delicadeza dos seus lábios tocando a minha pele.  Transmissão direta de amor. Como se a cada toque me trouxesse um cuidado diferente.  Bem mais que só um abraço apertado.  O beijo e sua evolução.  Demonstração de intimidade.  A maior intimidade que a alma me oferta,  sem cobrar qualquer cifrão.  Sem qualquer designação de cor, etnia,  ou classe social.  O beijo é uma linguagem universal. Mesmo com suas distinções. Com seus vário tipos e sabores.  Assim como pluralizamos o amor,  também fizemos com a forma de demonstra-lo.  É frouxo,  é  apertado,  seco, molhado, apaixonado,  fraterno.  Seja qual for.  Seja de quem for.  Não deixe de me beijar.  Deixa a transgressão acontecer e ao final o riso frouxo aparecer.  Deixa que seja. Que seja permitido, concedido e aproveitado.  Não force! Mas não esqueça dos "roubados".  Seja na música, no livro, no filme, na praça. Veja,  pratique e se entregue. Deixe que eu te eleve.  Vou deixando que me leve, me conduza.  Com cuidado, não abusa! Não seja leviano,  ou acabou àquele encanto.  Não me julgue.  E não pare de beijar.  Essa é a forma mais educada e mais gostosa de calar.  

sexta-feira, 10 de abril de 2015




Eu não espero que você me ame sempre,  ou todas as vezes que eu precisar. Não  espero que passe a mão na minha cabeça e sempre diga que estou certa. Não quero que o amor que você sente seja cego. 

E se te corta o coração essa situação,  arde o meu em não poder reverte-la.  Não é culpa sua.  Nem minha.  Mas também não podemos culpar a vida ou o acaso. Quem culpar? Não devemos procurar culpados, quem sabe. Talvez o que precisamos é  nos perdoar.  Autoperdão.  Descobrir em que momento começamos a ser nossos próprios algozes. E quem sabe reencontrar o amor.  Naquele sentido simples e certo. Se é que há certo e errado quando se trata de amar.  

Hoje eu afirmei que seria capaz de te odiar.  Será? Disseram-me que não! Que era loucura minha, "cabeça quente".  O que me fez ver que amar é  uma construção, enquanto ódio é decisão e treino. Ainda sim não conseguiria te odiar.  São muitos anos de sacrifícios.  São muitos amores e formas de amar. É muito tempo tendo trabalho e dando trabalho também. E por pior, que muitas vezes você me pareça,  eu não sei quem eu seria se você não estivesse passado e estado aqui.  

Eu aprendi com os teus erros, sem que eu mesma estivesse dentro deles.  Sim, eu me orgulho de você.  E mesmo assim, hoje, não consigo lhe dirigir uma palavra se quer.  Mesmo estando cara a cara,  enquanto você força um diálogo.  Eu te amo o suficiente para não lhe oferecer palavras grosseiras,  ou te ofertar expressões ofensivas. 

Na verdade,  eu te respeito. E contínuo inerte. Como se eu fosse parte dos móveis dessa casa.  Parece que a cada dia você aceita essa realidade e hora ou outra me orna e me higieniza.  Como deve ser feito.  Já te falei que a culpa não é sua; para de chorar.  Seca suas lágrimas. O amor não acabou. Só não sabemos mais prosseguir com ele. Ou só com ele.  Claro,  se você acredita que o amor é protagonista.  Mas até protagonista precisa de antagonista e coadjuvantes. 

Deixa o tempo ajeitar, como sempre fez. Se não reaprendermos a nos amar,  outro amor surgirá.  Pode não ser esse o lugar,  mas seja aonde for o amor vai chegar. Como diz os otimistas: Basta acreditar! 

terça-feira, 7 de abril de 2015

O Sentimento Que Amargura



Vamos falar de um assunto chatinho?  Porque se tem um assunto chato é esse sobre inveja.  Coisa horrorosa! A você não liga? Deveria.

Sabe aquela sua amiga que é toda fofa na sua frente e quando você dá as costa só falta falar que você é o pior ser do universo? INVEJA!

A inveja é um sentimento tão mesquinho,  que você tem "tão pouco", as vezes bem menos do que a pessoa que te inveja,  e mesmo assim a pessoa tá lá infernizando a sua vida. Porque inveja é um inferno. PRE-GUI-ÇA! Gente,  vai procurar um livro para ler!

E aquela pessoas que passam o dia acompanhando sua vida nas redes sociais.  Tu se sente até a Rede Globo com tamanha audiência. Esse ser desocupado não tá lá para te incentivar não. O invejoso vai lá pra fazer alguma gracinha.  Te criticar.  Porque gente invejosa não consegue te ver como?  Feliz!  Felicidade é coisa que incomoda.

Não faz a vítima com qualquer crítica não.  Críticas são necessárias e te ajudam a crescer.  Mas desde que não sejam maldosas.

Quem nunca teve aquele comentário na foto: "essa aí não é você não,  tá muito bonitinha".  Amoooor,  se tu não consegue ficar bonita nem nas tuas fotos,  com os quatrocentos filtros que teu instagram te oferece (exagero! ),  vai reclamar com a genética.  E larga minhas fotos de mão. Xô!

E você que não acredita ou finge que não tem,  só tenho uma coisa para te dizer: A-COR-DA! Todos já sentiram inveja,  e quem não sentiu vai sentir.  Então não vem com essa de você não acredita ou que não existe. 

Agora aproveita esse tempinho entre esse texto e o próximo para orar a Deus e afastar esse tipo de gente da sua vida.  E para você também nunca mais ter esse sentimento mesquinho. 

Então é isso amores.  Um big beijo e até a próxima.  Tchaaaau!

domingo, 5 de abril de 2015

Não "Torra o Saco" e Deixa o Tímido


Quem em algum momento da vida não foi, ou não ficou tímido em alguma situação, que atire a primeira pedra! (***ESPERANDO***) Não existe! Em algum momento da sua vida você passou, ou vai passar por isso. O que eu tenho para falar para vocês? Nada! Tá, brincadeira. É porque expor a nossa experiência e dar "conselhos" aos outros, não funciona. De verdade. Sabe aquela "se conselho fosse bom eu não dava, vendia!"? O pior negocio do mundo. Nem sempre o que se aplica a mim vai dar certo com você. E nesse caso, pelo menos em alguma coisa, nós concordamos. Eu acho! 
 
Quantas vezes você não fez algo por pura vergonha? Quantas vezes você negou ser bom em determinado assunto ou aspecto por ter vergonha? Você pensa muito nas criticas, no que os outros pensam e falam? E sem querer parecer aqueles testes da Capricho. Se as suas respostas foram afirmativas, parabéns você é tímido.  
 
Mas ai você vai dizer: Não sou tímido, eu falo com "todo mundo", tenho muitos amigos, adoro brincar. E agora eu vou te fazer uma proposta: Amor, sai do seu âmbito, sai do seu espaço, da sua área de conforto e tenta fazer isso na rua, com pessoas desconhecidas. E ai, já conseguiu ao menos se imaginar fazendo isso? Se a sua resposta for sim, compartilha esse texto para provar que eu estou errada, rá. Mentira! Mas se, de fato, você disse que sim, okay!, eu estou errada e você é um cara de pau. Mas se você respondeu que não, mais uma vez vou te dizer: É tímido! 
 
O que você, tímido, quer saber é a resposta de como acabar com essa timidez. Amor, eu também não sei como acabar. Mas posso te garantir que melhorei bastante quando comecei a perceber que enquanto eu estava tímida e acuada as pessoas se desenvolviam e iam para frente. E ai, eu ia fazer o que, continuar no meu quarto com medo do mundo? Claro que não!  
 
Encare sua timidez e seu medo como desafio. O mundo precisa de você e do seu trabalho de alguma forma. Seja lá com o que você trabalha. Afinal, você não obrigado a concordar com o que o mundo te oferece. Mostre ao que veio. 
 
Há variados tipos de timidez. Podem ser desencadeadas na infância, adolescência ou fase adulta. É muito comum, e como eu já disse, quem não passou por uma situação de timidez provavelmente um dia irá passar. Então, não "torra o saco" do coleguinha que não fala muito, ou não consegue falar em público, ou aqueles que ficam quietos sem conseguir interagir. Porque nessas situação o chato não é ele, o  chato é você.  
E você ai, que tá lendo isso aqui e é  tímido, se te sufocar muito, busque ajuda. Pedir ajuda é o melhor método para se livrar desse fantasma, e peça ajuda aos profissionais. Porque tem muita gente ruinzinha que diz que vai te ajudar e só atrapalha #ficaadica 
 
E para vocês que a timidez é só aquela " vergoinha no fim da barriga" (vocês entenderam!), vai com vergonha mesmo! Encara. Enfrenta! E quando vocês menos perceberem, acabou.  
 
Um big beijo e até a próxima. Tchaaau! 

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Por Você e Por Mim




E aí, vamos fingir que nada aconteceu? Vamos deixar pra lá,  esquecer o que passou?  Deixar que o tempo passe e o caso,  a confusão acabe ou seja esquecida.  Vamos levar na "manha", e se sorte tivermos,  assim,  parecido com o tempo,  o vento leva.  Deixa para lá!  Afinal para que conversar? Debater,  para quem sabe,  no presente momento, se entender. Deixa para lá! Para que conversar?  Eu posso gritar,  fazer manha,  dar birra e você facilmente ceder ao meu capricho,  aos meus consceitos facilmente adaptáveis.  Porquê deixar que você argumente?  Eu vou mesmo te irritar com a minha cara de quem não se importa.  E muito menos vou dar ouvidos para o que você fala.  Porque eu vou te fazer perguntas e te pedir um ponto de vista,  se eu não ligo?  A minha verdade vai imperar.  DE-SIS-TE! Eu não vou deixar você me ganhar com seus argumentos.  Estou fechada nos meus,  os que eu acho consistente. E que, diga-se de passagem,  são verdades absolutas. Não! Você não vai apontar os meus erros.  Eu aponto os seus.  Sou correta,  o mundo que está contra mim. Você me deve amor,  e eu estou aqui te cobrando. Anda! Agora você vai se calar. E não vai ser porque você aceita ou concorda, mas por me amar o suficiente para saber que eu não tenho maturidade para acatar o meu erro ou entender seu ponto de vista. Você sabe que o meu mundo é fechado, e que eu não abro à visitação.  Você me ama o bastante para confrontar o meu erro e conceder-me a dúvida. E mesmo vendo que eu não vou ceder, continua a tentar. Mas uma coisa eu já aprendi e vou te falar: Você só vai me aturar enquanto me amar!