terça-feira, 31 de março de 2015

Sem Brincar de Faz de Conta



E o que eu descobri?  Que não adianta fingir.  Seja o que for, ou pra quem seja.  Não dá!  Enganar a si é viver sem amor.  É mentir para o outro e crucificar sua felicidade.  Sendo assim,  respingar infelicidade nos demais.  Nada é cômodo.  A vida desafia.  Não adiantar fechar os olhos.  É simples assim.  Muito simples para complicar.  Fingir felicidade.  Isso basta! Não basta, não! Estar feliz é espírito.  Ser feliz é vida.  Sem omitir,  ou esconder.  Mostra a cara e encara: a vida e tudo que vem acoplado nela. Não adianta chorar e fazer cara feia.  Não há maturidade,  inventaram.  Não existe crescer, somos eternas crianças em busca de colo. E quem aprende a amar, e se permite,  descobre o remédio para todas as doenças.  Quem se encantar pelo simples, descobre a maior riqueza.  E quem não espera muito, não perde tempo com decepções. Entretanto quem espera pouco não aprendeu a sonhar.  Esquece os extremos e vive o meio termo. Cinquenta, às vezes,  vale mais que cem.  Aprendi que quem lê descobre novos universos.  E  quem escreve liberta seus fantasmas. 

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