segunda-feira, 30 de junho de 2014

#Tatendocopa

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Imagem-We heart it
 
O assunto mais comentado no Brasil e no mundo nesses últimos tempos. No país do futebol é impossível não respirar o mundial no seu acontecimento. E assim como cantado nos estádios, eu também, sou brasileira com muito orgulho e com muito amor. Inclusive, sou mulher e gosto de futebol e não só durante a copa. O que não vem ao caso agora. O fato é que estávamos em “luta” contra a corrupção e gasto excessivos. Nunca fui contra o mundial. Só não fui e nem sou a favor da grande roubalheira com o dinheiro público. Mas não estou fazendo um texto basicamente político. E nem por isso estou vendando os olhos e me abstendo da minha responsabilidade que será em outubro. Quero dizer que passamos longos anos sofrendo o caos que os nossos governos vêm nos impondo. Mas é o momento que temos para relaxar e unir todos os países, continentes e não podemos fazer feio. E isso não significa colocar um BRAZIL em voga. Por que a minha paixão é o Brasil, esse mesmo com um “S”, de raras belezas, de culturas múltiplas, de pessoas elegantes e, que apesar das dificuldades do dia a dia, coloca o sorriso no rosto e grita gol. Não é um país utópico. Apesar de cada coração ter um sonho. A copa é nossa. E torcemos a cada jogo para que o título também seja. Rumo ao hexa: não é assim que gritamos? Ouvir a torcida gritar que o campeão voltou. Uma nação unida. A mesma que já ouvi dizer que não era patriota. Se isso não é uma demonstração de patriotismo, me corrijam. Cantar o hino fazendo a capela. Fomos nós que ensinamos isso ao mundo. A FIFA pode ter protocolado muitas coisas e acontecimentos. Mas mostramos, mesmo que de uma forma muito pequena, eles não conseguiram calar a nossa voz. Mesmo que dentro do estádio. Mesmo com um ato pequeno perto do que somos capazes de fazer. E danem-se as críticas aos nossos manifestos. Estamos em casa, nossa casa. E surpreendendo todo o mundo. Com a copa das surpresas no campo, com a beleza brasileira nas ruas, com a boa hospitalidade, com a nossa gastronomia, com uma boa recepção. E vamos lá. Muitos ainda vão citar vários problemas que eu também sei que existem. Venho aqui, hoje, como torcedora de uma seleção que luta e sofre dentro de campo para retribuir dar alegria para a torcida, mesmo que sejam pagos por isso. Que vem entreter ricos, pobres, negros e brancos para lhe tirar um grito de gol e ver a felicidade nos lábios. Está tendo copa. Tem copa, sim. Tem Brasil, sim. Tem torcedor, sim. E eu estou na rua, em casa, nos bares, nas fun fast. Estou aonde o meu coração me levar para gritar gol e no final sambar. Por que mesmo que uns e outros não goste: Sim, esse é o Brasil de vários ritmos, mas conhecido pelo samba. De várias festas tradicionais, mas lembrado pelo carnaval. O mesmo Brasil que vem amadurecendo lentamente nos outros esportes, mas que ainda sim, mesmo não sendo o grande favorito da copa, nós somos o país do futebol. É taça na raça. É coração a mais de mil. É com erros e defeitos. Esse é o meu, o seu, o nosso: BRASIL.


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